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Travessa (Pingadeira)

A Louça Preta de Bisalhães, específica do centro olárico da aldeia de Bisalhães no concelho de Vila Real, singulariza-se pelos processos e técnicas ancestrais usados na sua confeção e cozedura. Este processo ancestral passa por cozer as peças feitas pelos oleiros em fornos abertos na terra, onde são queimadas giestas, caruma e carquejas que são depois abafadas com terra que, misturada com o fumo, confere a cor negra às peças de barro. O processo de confeção da olaria de Bisalhães remonta, pelo menos, ao século XVI. O processo de fabrico da Olaria Negra de Bisalhães foi declarado Património Cultural Imaterial da Unesco em 29 de novembro de 2016 durante a reunião do Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial em Adis Abeba, na Etiópia. Produtor: Olaria Ramalho Características: confeção de alimentos no forno Formato: Unidade

18,50 (IVA Incl.)

Tacho tradicional

A Louça Preta de Bisalhães, específica do centro olárico da aldeia de Bisalhães no concelho de Vila Real, singulariza-se pelos processos e técnicas ancestrais usados na sua confeção e cozedura. Este processo ancestral passa por cozer as peças feitas pelos oleiros em fornos abertos na terra, onde são queimadas giestas, caruma e carquejas que são depois abafadas com terra que, misturada com o fumo, confere a cor negra às peças de barro. O processo de confeção da olaria de Bisalhães remonta, pelo menos, ao século XVI. O processo de fabrico da Olaria Negra de Bisalhães foi declarado Património Cultural Imaterial da Unesco em 29 de novembro de 2016 durante a reunião do Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial em Adis Abeba, na Etiópia. Produtor: Olaria Ramalho Características: confeção de alimentos no forno Formato: Unidade

20,00 (IVA Incl.)

Prato

10,00 (IVA Incl.)

Prato

A Louça Preta de Bisalhães, específica do centro olárico da aldeia de Bisalhães no concelho de Vila Real, singulariza-se pelos processos e técnicas ancestrais usados na sua confeção e cozedura. Este processo ancestral passa por cozer as peças feitas pelos oleiros em fornos abertos na terra, onde são queimadas giestas, caruma e carquejas que são depois abafadas com terra que, misturada com o fumo, confere a cor negra às peças de barro. O processo de confeção da olaria de Bisalhães remonta, pelo menos, ao século XVI. O processo de fabrico da Olaria Negra de Bisalhães foi declarado Património Cultural Imaterial da Unesco em 29 de novembro de 2016 durante a reunião do Comité Intergovernamental para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial em Adis Abeba, na Etiópia. Produtor: Olaria Ramalho Características: para suporte ao covilhete, salgado típico da cidade de Vila Real Formato: Unidade Disponível em outros formatos. Preço sob consulta.

10,00 (IVA Incl.)

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